A crença na soberania de Deus faz-nos concluir que a história do homem e do universo criado é primariamente a história de Deus. Ele é o Senhor que controlada e dirigida à história para o fim desejado.
O Deus das Escrituras está profundamente envolvido na sustentação das obras de suas mãos, Ele providencialmente cuida de sua criação e executa a sua vontade santa e perfeita em todas as situações. Não somente os eventos bons, mas até mesmo as tragédias estão sob o controle de Deus e cooperam para a sua glória.
Talvez voce pergunte: Como Deus pode ser glorificado com as tragédias? Deus é glorificado nas tragédias ao exercer o seu controle absoluto sobre a criação, ao evidênciar a sua justiça e juizo sobre os homens e também proporcinando provisão e consolo para os seus filhos.
Porem diante das tragédias faz-se necessário trazer a memoria que somos criaturas, que somos finitos, limitados e por isso não podemos dizer ao criador- O que fazês? Porque faz assim? porque não faz dessa outra forma? Temos que lembrar ainda, que não podemos conhecer de forma exaustiva a mente do Senhor Deus, pois é impossivel o finito conter o infinito. Se isso fosse possivel, logo seriamos iguais a Deus; tendo tanto conhecimento quanto o que Ele tem. Isso me ajuda a dizer: "Bem sei que tudo podes ó meu Amado e nenhum dos seus planos são frustrados . Ainda que com perdas ou com dor eu sempre seguirei a Ti Senhor".
No entanto, mesmo tendo esse conhecimento sobre Deus, ainda assim, diante das tragédias muitas vezes temos dificuldades de compreendermos a soberania de Deus. A verdade é que quando somos afligidos por situações semelhantes a do Haiti, do Tsunami, das inundações brasileira, das secas brasileira, a explicação de que Deus controla todas as coisas não soa muito lógica aos nossos ouvidos e nem convicente para o nosso coração. Muitas perguntas e conclusões são feitas tentando explicar ou achar explicações para a dor, para a perda, para o sofrimento. para o caos, para a tragedia. Infelizmente algumas pessoas quando confrontadas com caos acham mais fácil questionar, negar, achincalhar a soberania e o amor de Deus do que aceitar as duas realidades basicas nessa situação.
A primeira é que somos limitados em nosso conhecimento sobre o que Deus faz e nem sempre encontraremos respostas dentro da dimensão humana que explique as tragédias. A segunda é que Deus teve as suas razões para não impedir tamanha catástrofe. Razões essas que pertencem somente a Deus e os homens deveriam aceitar a verdade de que Deus soberanamente decidiu não impedir o acontecimento de imenso sofrimento; ainda que ele tenha poder para tal.
Em contrataste aos questionamentos dos homens as Escrituras nos falam de um Deus transcendente, que é Senhor, mas que ao mesmo tempo é pessoal, relacional que faz todas as coisas para sua gloria e para o bem daqueles por quem Ele tem amor e que também o ama. É crendo nisso que diante das tragédias procuramos fazer sempre uma leitura Bíblica dos fatos, com o propósito de buscar conforto para os nossos corações e consolar os corações das pessoas que estão a nossa volta. É certo que não conseguiremos jamais encontrar todas as respostas, no entanto algumas delas podem ser claramente deduzidas das Escrituras Sagradas.
Quando aconteceu o terremoto no Haiti houve a tentativa de associar a tragédia sofrida por este povo com a sua prática religiosa, magia negra, vudu, macumba, etc. Devemos tomar o cuidado para não sermos precipitados em nossos julgamentos. Pois em ultima instância as tragédias sempre será um misto de julgamento e misericórdia de Deus. Aqueles que não crêem em Cristo, experimentam-na como julgamento, mas os crentes experimentam-na como uma misericordiosa, embora dolorosa, preparação para a glória. Pois nós sabemos que “um só é legislador e juiz - aquele que pode salvar e fazer perecer” Tiago 4.12.
É fato que todos nós que habitamos neste mundo caído, sofreremos os desastres naturais, mas para aqueles que se lançam sob a misericórdia de Cristo, estas aflições estão “produzindo neles um peso eterno de glória acima de qualquer comparação” E quando a morte chegar seja de catástrofe ou não, ela sempre será vista como amiga, uma porta que nos conduzirá de volta para casa. Porém, para aqueles que não têm Cristo como seu salvador, o sofrimento e morte são sinais do julgamento de Deus.
A conclusão que chegamos é que Deus usa as tragédias para a sua gloria, para o bem daqueles que Ele ama e para o julgamento daqueles que Ele santamente odeia. Em outras palavras, as tragédias mostram a fragilidade humana em contraste com o controle soberano que o nosso Senhor tem sobre toda sua criação. E sendo assim, elas pedagógicamente nos ensinam que devemos nos arrepender dos nossos pecados, pois a morte nem sempre é anunciada e a qualquer momento poderemos nos encontrar com Deus e por Ele seremos julgados pela maneira como foi desenvolvida a nossa vida neste mundo.
Não questione aquilo que o Senhor faz, lembre-se que você é servo e criatura,e o Seu Senhor é Sabio, é Senhor, é Criador. Ele pode modelar aquilo que criou conforme lhe agrada. Logo, Ele não precisa dar satisfação a você das coisas que faz e nem precisa realizar seus planos dentro dos limites da sua compreensão dos fatos.
Ressalto ainda que não fomos chamados para sermos juízes nas tragédias, mas para praticarmos o amor cristão, exercendo misericórdia com os que sofrem. Por isso, se você tem condições financeiras para contribuir, contribua. Mas não se esqueça de orar, clamando a Deus misericórdia para essas pessoas. E não seja insensível com a dor do próximo, pois “o que se alegra na calamidade, não ficará impune”. Pv 17.5.
E se você está enfrentando momento de dor, de tristeza, de perda, sendo provado por Deus, não deixe de confiar nEle, pois Ele é socorro, conforto e consolo nas tribulações.
“Quanto aos homens idosos, que sejam temperantes, respeitáveis, sensatos, sadios na fé, no amor e na constância.
Quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias em seu proceder, não caluniadoras, não escravizadas a muito vinho; sejam mestras do bem, a fim de instruírem as jovens recém-casadas a amarem ao marido e a seus filhos, a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, sujeitas ao marido, para que a palavra de Deus não seja difamada”. Tito 2.2-5.
Sabemos que boa parte da população brasileira e mundial é formada por idosos. Homens e mulheres que fazem parte daquilo que denominamos terceira idade ou como preferem alguns, melhor idade. É fato também que os idosos hoje vivem mais e melhor do que viviam no passado e a sociedade tem compreendido que a velhice não faz do homem um ser descartável e inútil, pois a velhice é mais do que enfado e cansaço. Em outras palavras, ainda existe vida, vigor, alegria e prazer para aqueles que estão envelhecendo.
No entanto, não há como negar que infelizmente a velhice tem o seu aspecto negativo, Eclesiastes, por exemplo, fala sobre as limitações que a velhice trás aos homens, tirando-lhes até mesmo muito dos prazeres físicos. E para agravar ainda mais este quadro, alguns idosos se tornam criaturas de hábitos não muito admiráveis, ficam mais teimosos; pensam que sabem mais do que realmente sabem, confundem idade com sabedoria, pois nem sempre a idade é sinônimo de sabedoria. E outros ainda vivem como se não precisassem se enquadrar a nenhum tipo de regras de comportamentos. Equivocadamente acham que a idade lhes dá o direito de falar e fazer o que quiserem sem a necessidade prestar contas a Deus daquilo que fazem ou de serem respeitosos, afáveis, amáveis, bem humorados e educados com o seu próximo.
Talvez por esta razão que constantemente ficamos sabendo de idosos que tem relacionamentos difíceis com os seus filhos, netos, parentes e até mesmo com os irmãos na fé. Quero ressaltar que não estou negando a culpabilidade dos mais jovens em muitos desses conflitos. Estou simplesmente mostrando que viver de acordo com o padrão Bíblico é uma regra para todos os homens, inclusive para aqueles que estão em uma idade mais avançada.
Algumas pessoas equivocadamente pensam que os idosos não podem ser exortados biblicamente, porém este não é o padrão das Escrituras. Observe que a instrução que Timóteo recebe de Paulo quanto aos idosos é que eles deveriam ser exortados com respeito, com carinho e com amor. I Tm 5
E agora na carta que foi endereçada a Tito, o apostolo Paulo oferece-nos algumas direções de como devem viver aqueles que estão na velhice. Ou seja, Paulo não só mostra que Deus se interessa pelos idosos, mas descreve também o plano que Deus tem para eles.
Positivamente a velhice era para ser um acúmulo de experiências espirituais nos fazendo verdadeiramente ricos. A velhice permite aos homens e mulheres que investem tempo em uma relação de intimidade com Deus o prazer de serem líderes, mentores, modelos e exemplos na fé para os mais jovens. Ela faz com que as pessoas tenham mais capacidade de filtrar a vida e manter aquilo que realmente é valioso. Logo, compreendemos que a velhice quando vivida em Cristo é com certeza um bom momento da vida.
É inquestionável a necessidade que temos de ter na igreja pessoas idosas que sejam realmente piedosas, sábias para instruir aos mais jovens mostrando-lhes o caminho da retidão, o caminho da bondade, os valores e as prioridades adequadas da vida. Assim, o envelhecimento dos cristãos é uma bênção. Mas a velhice é uma benção somente para aqueles que de fato caminham na justiça.
Por esta razão a instrução que recebemos da carta que foi endereçada a Tito é muito importante para a igreja. Pois não há valor em ser velho, se não for para ser piedoso. Não há valor em ser velho, se não for para ser modelo ou exemplo na fé para os mais jovens. E assim o apóstolo Paulo estabelece características bem específicas que deveriam ser evidenciadas nas pessoas mais velhas da congregação.
Paulo entendia que os idosos precisavam ser respeitados, porém deveriam viver em santidade de vida. De acordo com as Escrituras os idosos deveriam ser reconhecidos em sua maturidade não somente pelos cabelos brancos, mas pela sua sensatez, pela dignidade que o faz respeitável, pelo discernimento e sabedoria diante dos desafios da vida, pela boa utilização da língua, usando-a para abençoar as pessoas e não a serviço do diabo, para caluniar e fofocar.
Quero encerrar fazendo duas aplicações básicas: 1) Se você é jovem respeite e honre aos mais idosos, sabendo que Deus ordena e se agrada quando fazemos isso. Se você é jovem lembre-se do Senhor na sua mocidade, antes que venham os dias de limitações e cansaços. 2) Se você é idoso, submeta a sua vida à Palavra de Deus, seja exemplo de piedade, de reverência, de temor, de ética e moralidade para os mais jovens. Utilize o seu vigor para honrar e glorificar a Cristo, sendo útil na obra do Senhor.
Se você fizesse uma retrospectiva de sua vida, você conseguiria pontuar quem são as pessoas que lhe ajudaram a ser quem você é hoje? As pessoas que marcaram e influenciaram a sua vida Cristã? Você se lembra das pessoas que te ajudaram a adquirir maturidade cristã nos seus primeiros anos de conversão? Por outro lado, quais são as pessoas que você tem influenciado? Quantos são aqueles que conheceram a Bíblia através de vocês? Quantos são os que aprenderam a amar e a temer a Deus através das Escrituras e por meio do seu testemunho pessoal demonstrado através de um discipulado formal e informal?
Fazendo uma retrospectiva do inicio da minha caminhada cristã, lembro-me que quando Deus converteu o meu coração fiquei ávido por conhecer as Escrituras Sagradas e aprender os princípios fundamentais da fé cristã. Contudo, nos meus primeiros anos de convertido não encontrei ninguém para andar comigo e ensinar-me os passos básicos dessa nova caminhada. Não encontrei ninguém que fosse capaz de me ensinar a orar e a ler com entendimento a Palavra de Deus, coisas simples, mas que são essenciais para aqueles que estão chegando à igreja.
Por não ver outro caminho para o meu amadurecimento na fé, decidi comprar alguns livros e buscar conhecer as Escrituras Sagradas sozinho. E o Deus gracioso bondosamente usou esses poucos livros para trazer ao meu coração orientação, maturidade e direção em Cristo.
Contudo, este não é o principio primário que Deus estabeleceu para o nosso crescimento na fé; quando olho para as Escrituras Sagradas percebo que e o modelo Bíblico de Cristianismo é o discipulado. Ao chegar à igreja as pessoas deveriam encontrar alguém para andar com elas e ensiná-las a conhecer e a viver através das Escrituras, com o propósito único de agradar e glorificar a Cristo. Alguém que as ajudassem Biblicamente a vencer os medos, os pecados e o desfrutar da intimidade com Cristo.
Infelizmente quando falamos em nossas igrejas sobre discipulado algumas pessoas pensam que se trata de um curso preparatório para o batismo e tem dificuldade de entender as dimensões e o tempo de um discipulado. A verdade é que a igreja não tem compreendido que o discipulado é uma tarefa de todas as pessoas e não apenas de algumas pessoas como tem acontecido na atualidade. Além disso, o discipulado não está limitado a um estudo formal, mas ele se estende através de uma amizade madura e constante. As pessoas são ensinadas a guardarem e a praticarem todas as Escrituras não só pela teoria, mas principalmente pela constatação da pratica na vida do discipulador.
A ordem de Cristo para a igreja envolve não só o evangelismo de todas às nações, mas também o discipulado daqueles que foram convertidos ao evangelho de Cristo. Se você faz parte da igreja de Cristo, o discipulado é sua responsabilidade.
Quero concluir exortando-o a buscar conhecimento nas Escrituras Sagrada para instruir a outros na caminhada Cristã. Se você é casado, solidifique o seu casamento em Cristo, através das Escrituras e, assim ajude biblicamente a outros casais que chegam à igreja precisando de apoio e orientação conjugal. Aprenda a andar com as pessoas e ajudá-las Biblicamente em suas necessidades. Se você tem filhos esforce-se para criá-los na disciplina do Senhor, e assim ajude Biblicamente a outros pais que tenham filhos e que passam por dificuldades na criação dos mesmos. As senhoras, casadas, viúvas, ensinem às mulheres mais jovens a honrar e a amar o seu marido, serem boas donas de casas e criar os filhos na disciplina do Senhor. Os jovens se submetam à autoridade de Cristo e de seus pais, para serem referenciais a outros jovens. É obvio que esses são alguns exemplos, mas existem muitas outras coisas que podem ser feitas, por isso disponha a sua vida para servir a Cristo e ao seu próximo.
Basta uma pequena volta pela cidade para que fiquemos maravilhados com tantas novidades. Os enfeites natalinos e as luzes coloridas servem não somente para embelezar as ruas, as praças e os Shoppings, mas também para criar na mente e no coração das crianças e dos adultos um mundo de fantasia, imaginação e sonho.
O natal deixou de ser uma data em que se comemora o nascimento de Cristo e se tornou uma data festiva como outra qualquer. As pessoas estão envolvidas a tal ponto com as festas, com os presentes, com as árvores coloridas e com o papai Noel, que se esquecem do verdadeiro brilho e significado do natal.
A verdade é que se não compreendermos corretamente o verdadeiro sentido do natal, as nossas comemorações natalinas se tornam antropocêntricas e sem nenhuma razão de ser. Sabendo disso, farei duas ponderações sobre a necessidade do nascimento de Cristo, o Salvador dos homens.
Cristo é a única esperança de salvação da irá vindoura do Senhor.As Escrituras dizem que o Filho eterno de Deus teve que se encarnar para assumir uma natureza humana com as conseqüências da queda e assim se fazer pecado no lugar daqueles que Deus decidiu salvar. Isso significa que ele assumiu a nossa natureza cheia de miséria por causa do pecado e por causa disso foi tratado como pecador, sofrendo a plenitude da irá de Deus em nosso lugar.
Portanto, sem a encarnação do verbo não haveria mediação entre o homem e Deus, pois o mediador precisava ser igual a Deus em sua divindade para satisfazer plenamente a sua justiça, por outro lado, Ele precisava ser igual ao homem em sua humanidade para que pudesse substituí-lo diante de Deus. Antes da encarnação o Filho era apenas divino e por isso não podia substituir os homens diante de Deus, pois Ele não era igual aos homens. Antes da encarnação o Filho não tinha uma alma e um corpo humano sobre o qual poderia vir a irá de Deus. Ou seja, a encarnação de Cristo, encontrou em Deus necessidade, para que houvesse salvação e redenção na terra.
E o natal nos ensina que há encarnação descarta qualquer outro caminho de redenção para os homens. Não havia como sair de debaixo da ira de Deus sem que essa ira fosse satisfeita. Somente a encarnação do verbo satisfaria completamente a justiça de Deus, e ao mesmo tempo o faria favorável aos pecadores. Somente através da encarnação do Seu Filho que Deus poderia se mostrar ao mesmo tempo justo e misericordioso.
Logo, o natal encontra sentido verdadeiro no próprio Deus, pois natal nada mais é, do que Deus enviando o seu Filho Unigênito ao mundo, para que Ele assumindo o lugar dos homens eleitos satisfizesse a Sua justiça.
Cristo é a única esperança de paz e consolo para o coração dos homens. É certo que não há nenhuma outra razão para a vinda do Filho de Deus ao mundo senão para salvar pecadores. E a sua vinda é resultado de um amor que visa somente o bem daqueles por quem Ele se encarnou. E verdadeiramente Cristo é o maior tesouro que o homem pode possuir, pois aqueles que vivem distantes de Deus não têm paz, não tem esperança nem neste mundo nem no por vir, não tem consolo para os seus corações e nem direção para sua vida, ainda que tenham bens materiais, são pobres, cegos e nus. Os homens que não tem compromisso com Cristo vivem ansiosos, angustiados, temerosos pelo que haverão de comer, de beber, de vestir, com medo da vida e da morte.
As Escrituras nós dizem que Cristo é o Emanoel, o Deus conosco. Aquele que conhece o nosso coração e as nossas necessidades mais íntimas e ocultas. Portanto, o natal significa Deus se identificando e se compadecendo das misérias dos homens. Natal é sinônimo de esperança para aqueles que vivem ou que viviam nas trevas, mas que agora podem encontrar na Luz de Cristo a direção, o conforto e paz para o seu caminho e para sua vida. Descubra em Deus, o verdadeiro sentido do natal.
Estou meio sem tempo de escrever, mas vou tentar toda semana escolher uma de minhas devocionais para posta-las aqui. Abraço.
"Jesus Chorou" Jo.11.35
Quando lemos o Novo Testamento, ainda que a nossa leitura não seja tão aprofundada, não é dificil percebermos que os evangelhos não se preocupam em oferecer uma descrição detalhada da vida de Cristo até o seu minitério. Não conhecemos muitas coisas de sua primeira infância, de sua adolecência e nem mesmo de sua mocidade. Não temos muitas informações sobre como era a sua relação com os seus rmãos, com os seus pais, com os seus amigos, nem mesmo como era o seu convivio na escola e no trabalho, oficina de carpintaria do seu pai.
Contudo, mesmo não tendo todas os detalhes da vida de Cristo, estamos certos que todas as etapas da Sua vida foram vivênciada em santidade e honra.
E o texto acima é uma bela descrição da intimidade de Cristo, ele descreve o amor, a amizade e a emoçao de Cristo com o sofrimento e agônia de seus amigos. Existem somente dois textos no N.T que mostram Cristo chorando e este é um deles.
O pequeno versículo acima faz parte de uma história emocionante de amizade, dor, fé e reverência. O texto esta inserido no relato dramatico vivido por Lazaro e suas irmãs, Marta e Maria. Porém o protagonista deste evento não são esses três personagens, mas o principal personagem do Universo, o Deus que se fez carne, o Emanoel, o Deus conosco. Todas as nossas atenções se voltam para Ele.
A história se passa em Betânia, uma pequena aldeia, que ficava próximo de Jerusalém e driga-se de passagem que em Jerusalém ficavam aqueles que desejavam matar a Jesus, por essa razão vemos tanta covardia e egoísmo na frase de Tomé "vamos nós também para morrer com ele (Lazaro)".
Analisando este relato quero deter-me em tirar algumas lições apenas dos sete (7) primeiros versículos. Observe que ao perceber a enfermidade de Lazaro a atitude de suas irmãs foi a de avisar a Jesus e isso aconteceu não somente porque Jesus e Lazaro eram amigos , mas porque elas criam que Cristo poderia operar um milagre e resolver toda aquela situação caótica de agonia e dor. "Sim, Senhor,... eu tenho crido que tu és o Cristo, o Filho de Deus que devia vir ao mundo" Jo. 11.27,. Basta você continuar lendo o texto e notará a fé que elas tinham em Jesus. "Se o Senhor estivesse aqui meu irmão não teria morrido" "Mas também sei que, mesmo agora, tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá." Jo. 11.22.
Notem ainda que o recado enviado a Jesus tem o seguinte conteúdo: "Esta enfermo aquele a quem amas" E logo em seguida João registra: "ora, amava Jesus a Marta, a sua irmã e a Lazaro".E ainda complementa, "Quando soube que Lazaro estava doente, Jesus ainda demorou dois dias naquele lugar".
Algumas verdades são claramente compreendidas no texto, observe.
1. O fato de Deus nos amar não nos livra do sofrimento. O fato de Deus nos amar não nos livra da dor, nem das dificuldades que é comum a todos os mortais. Na atualidade o evangelho que se tem pregado é que o crente não pode sofrer, onde está escrito isso nas Escrituras? Pelo contrário, mesmo amando a Lazaro, a Maria e a Marta, Cristo não os livrou dá dor causada pela enfermidade e pela morte. Cristo não precisaria ter esperado Lazaro morrer para ressuscitá-lo, poderia tê-lo curado assim que soube de sua enfermidade. Mas mesmo amando-o Cristo não o curou. Nem os livros desse sofrimento imediato.
2. O amor de Deus por nós não pode ser medido pelo nosso bem estar físico. Ao passarmos por momentos de dor, de tristeza, de perda, de enfermidade, de agônia na alma, jamais deveriamos pensar que não somos amados por Deus. Devemos sempre crer no amor de Deus, mesmo que vivamos dias maus. Cristo amava estes irmãos e mesmo assim eles sofreram.Ver João 11. 3, 5.
3. O tempo do socorro de Deus nem sempre é o nosso tempo. A "aparente" demora de Deus em nos socorrer quando passamos por situações dificeis, não pode nos tirar o ânimo e nem a alegria de aguardarmos o livramento do Senhor. Cristo contrala a história, Ele já inclusive determinou o seu final, por isso que as vezes parece que Ele esta demorando em nos responder, a verdade é que o tempo de Deus não é o nosso. Contudo, temos a certeza que Deus sempre age, de acordo ou não com o nosso deseja, mas sempre favoravél a nos, porque no final todas as coisas cooperam para o nosso bem. Ver João 11.6
4. Até o nosso sofrimento tem como alvo a glória de Cristo. Todas as situações que nos envolvem, até mesmo as tragédias, tem proposito final de glorificar a Deus. A gloria de Cristo é o alvo final de todos os contecimentos que cercam o universo e a vida dos homens. As vezes não temos respostas para algumas tragédias que nos abatem, mas uma coisa é certo, o alvo final delas é a gloria de Cristo.Ver João 11.4.
5. Não podemos perder a esperaça de uma intervensão divina, ainda que a sitação pereça fora de controle ou sem solução. Lazaro já havia morrido e aparentemente nada poderia ser feito, mas Cristo é o Deus do impossivel que se importa conosco. Por isso, que não podemos perder a esperança nunca.
Muitas outras lições poderiam ser tiradas desses versículos, mas eu espero que este texto sirva para devolver ao seu coração, a fé, a esperança, a força, o ânimo em Cristo.
No dia 12 de outubro capotei meu carro em uma estrada do pantanal. Hoje percebo que me foi bom passar por este momento de dificuldade e sofrimento. Pois Deus usou este epsódio para que ficasse evidente alguns idolos que ainda existem em meu coração.
O agito do dia a dia nos faz perder o foco das coisas, por isso há uma inversão em nossas ordens de prioridades . Porém se Deus não usar algumas cituações da vida cotidiana para abrir os nossos olhos, continuaremos a afirmar que Ele é a nossa ordem de prioridade mesmo que Ele não seja. Quando estamos vivendo em confusão de prioridades, somos levados a pensar que a nossa existência e o nosso sustento depende muito mais de nós do que de Deus.
Como é dificl reconhecer que não temos o controle da nossa vida em nossa mão; por outo lado como é bom saber que Deus é misericordioso e sempre nos chama de volta ao caminho. A Sua graça nos faz passar pelo sofrimento afim de que venhamos nos arrepender e reconhecê-lo como Senhor de nossa existência. Diante disso quero pensar com você sobre a importancia e o desafio de priorizar Deus em todos os nossos caminhos, a exemplo de Cristo, seguindo as orientações que Ele bondosamente nos dá em sua Santa Lei.
Mateus 4.1-2;
"A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. 2 E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome".
O relato que antecede a tentação de Cristo é o seu batismo, quando Ele tinha exatamente 30 anos, Mateus diz que no auge do ministério de João Batista, Cristo aparece para ser batizado, iniciando assim seu ministério publico. A princípio João Batista reluta em batizá-lo, pois não se acha digno de tal tarefa, segundo João, Cristo é quem deveria batizá-lo e não ele batizar a Cristo.
Mas Cristo o convence de que era necessário ser batizado para que se cumprissem as Escrituras. E foi com esse propósito de cumprir toda a lei que Cristo foi batizado. O batismo é símbolo visível de uma obra invisível que o correu no coração do homem, no caso de Cristo não tinha esse propósito, obviamente que Cristo foi batizado não por ser pecador, e o seu batismo não significa lavagem de pecado e nem arrependimento, mas cumprimento de toda a lei de Deus.
Após o seu batismo, Cristo recebe uma das declarações mais lindas registradas na Escrituras Sagrada. No momento que Cristo saiu da água, o céu se abriu naquele lugar e o Espírito Santo em forma corpórea de pomba desce sobre Ele e ao mesmo tempo se ouve uma voz no céu dizendo: Este é meu filho amado em quem tem alegria e prazer.
Acontece aqui não somente uma confirmação de que Cristo é o Messias esperado por João Batista e por todo o Israel de Deus porque a pomba era o sinal que João deveria ver, mas acontece aqui também a afirmação da participação da trindade na obra redentora que o Cristo encarnado, o verbo vivo de Deus realizaria para aplacar a ira de Deus e pagar no lugar dos pecadores a justiça de um Deus ofendido, a fim de resgatar aqueles que estavam sob a condenação da morte eterna.
As palavras do Pai revelam uma manifestação de conforto, de aprovação tanto do Filho, como também da obra que Ele iria realizar a favor de seu povo. Devido à intensidade dos sofrimentos que Cristo enfrentaria o Pai lhe manifesta uma palavra de ânimo, de força, de estimulo e que demonstra sua total parceria no trabalho a ser realizado.
Observe que o texto que lemos é uma seqüência do texto do batismo, o versículo primeiro, inicia com a seguinte expressão, a seguir, esta palavra demonstra o que havia acontecido após o evento do batismo e da manifestação das outras duas pessoas da Trindade.
Não ouve intervalo entre a gloria do batismo e o sofrimento de Cristo no deserto. Cristo sai do momento de glória em que recebe a aprovação do Pai, em seguida tem que enfrentar as ciladas malignas, diabólicas de satanás.
O texto afirma que Cristo foi conduzido ao deserto pelo Espírito Santo, para ser tentado pelo diabo. Nós mostrando que a tentação de Cristo, fazia parte do seu ministério terreno e o diabo com todos os seus intentos malignos, nada mais faz do que servir a Deus, cumprindo exatamente os desígnios e propósitos que Deus estabeleceu para que ele cumprisse, tanto na vida dos homens como também no mistério e na vida do nosso salvador, o diabo nada mais do que servo de Deus, para agir sob o comando de Deus.
Foi necessário ao Cristo, que é divino, mas que também é humano enfrentar e vencer Satanás na sua própria carne. Aquele que é o Rei dos reis, mas que também é o Servo sofredor descrito por Isaias 53, tem que iniciar o seu ministério passando pelo sofrimento da tentação. Foi necessário ao Supremo sacerdote do universo, ser não somente o sacrifício em nosso lugar, mas também sentir os nossos sofrimentos e as nossas dores para que pudesse se identificar conosco e com as nossas misérias. Foi necessário a este Cristo que é a expressão visível do Deus invisível, sofrer tentação e assim se identificar com as carências e as fragilidades dos homens. O Leão de Judá é também o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo por isso teve que sofrer as tentações que é comum a todos homens caído.
Portanto, a tentação de Cristo foireal, Cristo era homem com todas as propriedades humanas, com todas as necessidades e limitações próprias dos homens. Ao mesmo tempo podemos dizer que a tentação de Cristo foi necessária para que ele pudesse ser o representante legal de todos homens eleitos.
Pois da mesma forma como Adão foi tentado pelo diabo no jardim do Éden e não foi aprovado por Deus em sua prova, pois pecou contra o Senhor cedendo à tentação, Cristo deveria ser tentado no deserto e derrotar Satanás, e então ser aprovado pelo Pai. Isso mostra que assim como Adão era o cabeça pactual representante de todos os homens diante de Deus, Cristo é o segundo Adão, o nosso cabeça pactual, aquele que representa todos os Eleitos diante de Deus.
Portanto, se ao ser tentado Adão falhou conduzindo a humanidade ao mais lastimável estado de miséria, Cristo o nosso segundo Adão foi tentado para ser vitorioso e conduzir o seu povo a vitória.
Perceba que ao escrever este texto o evangelista Lucas coloca entre o texto do batismo de Cristo e a sua tentação a genealogia de Jesus. Lucas esta mostrando que Jesus é o novo Adão entrando em uma nova batalha para resgatar e formar para si um novo Povo.
Assim, quando lemos este relato da tentação de Cristo precisamos pensar o quanto este momento é importante e decisivo na historia do mundo de Deus, pois se Cristo falhasse, cedendo à tentação, não haveria mais redenção, não haveria mais libertação, não haveria mais salvação. Tudo mais estaria perdido e sujeito ao julgamento, e a IRA santa do Justo juiz.
No entanto, se Cristo obtivesse vitória nesta provação, neste sofrimento, nesta tentação, como de fato obteve haveria também esperança, haveria paz com Deus, conforto e consolo eterno para aqueles que estavam sendo representados em Cristo.
Mas o relato da tentação de Cristo é também um paralelo entre Cristo e a nação de Israel, pois assim como Israel havia sido escolhido por Deus para servi-lo com fidelidade e obediência, e durante a caminha do Deserto fracassou se rebelando contra Deus o Criador. Cristo também foi provado por Deus no deserto para cumprir o que Adão e Israel não haviam cumprido. Cristo foi provado para obediência, para que ficasse evidente a sua submissão ao Pai e o perfeito cumprimento que Ele deu a Lei de Deus.
A tentação de Jesus não é fruto do acaso, da fatalidade, mas evidência um Deus que controla a história e a conduz para um fim desejado de acordo com o seu propósito eterno. A tentação de Cristo fazia parte do decreto eterno de Deus com relação ao plano da salvação.
No Jordão o Pai testificou a respeito do Filho, dando prova incontestável de que Cristo era o Filho eterno do Deus do vivo, a expressão exata do Seu Ser, o alfa e o Omega, aquele que era, que é,e o que há de vir.
Portanto, se o batismo de Cristo de alguma forma aponta para sua divindade, a Sua tentação no deserto serve-nos como prova irrefragável de que Ele era homem, contudo sem a mácula do pecado, que é inerente a todo homem. Cristo era o homem perfeito, sem defeito e sem pecado. Por isso poderia ser o representante de todos os homens.
No Jordão por meio do batismo ele se identificou com os homens a quem veio salvar e no deserto Ele se identifica com a fragilidade, com as tentações, com as necessidades daqueles a quem veio salvar. Ficando evidente que Ele era o salvador desejado, almejado para trazer vitoria a aos que nEle confiam.
A vitória de Cristo sobre satanás evidência a sua capacidade de salvar o homem. A vitória de Cristo sobre as tentações é também a vitoria daqueles que estão nEle representados.
Portanto a conclusão que chegamos é que precisamos fazer de Deus a nossa PRIORIDADE; E por causa disso buscar ter uma vida cheia do Espírito de Deus, através da comunhão e da intimidade com Ele.
Antes de tudo, precisamos considerar a singularidade do ministério de Cristo que é impar na historia da humanidade, Cristo sabia que sua tarefa como Filho de Deus era dar a sua vida em resgate por muitos, Ele sabia que veio ao mundo para salvar os pecadores. Ele sabia a partir de Isaias 53, que era vontade de Deus moê-lo, fazer cair sobre ele à iniqüidade de nós todos e por sua morte justificar a muitos pecadores.
E o primeiro ato do Seu ministério foi o de ir ao deserto, sendo guiado pelo Espírito Santo, para que ali no deserto fosse tentado pelo Diabo.
Da obediência de Cristo dependia a salvação dos homens, ninguém escaparia da condenação eterna, sem o ministério de obediência, sofrimento, morte e ressurreição de Cristo.
Ele começa seu ministério se dedicando a comunhão trinitária. O que nos chama atenção no texto é o fato de Cristo, o Filho de Deus, iniciar seu ministério terreno com quarenta dias de jejum. Porque Jesus fez isso? Por que Deus o conduziu a este Jejum? E o que tudo isso tem a ver conosco?
Há de fato aqui um grande mistério de como as pessoas da Trindade inter-relacionam. Mas o mínimo que podemos dizer é que a natureza divina de Jesus não anula sua natureza humana e, portanto, como um ser humano que era Ele aproveitou-se do mesmo poder oferecido a nós no Espírito Santo para vencer a Satanás. Cheio do Espírito Santo ele se afasta durante 40 dias para uma vida de solidão, de comunhão e intimidade com o Pai.
Longe da família, dos amigos, das multidões, sem radio, sem TV, sem internet, sem a correria do dia-a-dia. Ele suporta 40 dias de Jejum e de oração. E esta não foi a única vez que Cristo faz isso o evangelista Lucas mostra que Jesus outras vezes foi embora sozinho para se dedicar a comunhão com o Pai. É obvio que didaticamente aqui Cristo esta nos ensinando a ter comunhão com Deus.
Com isso Cristo nos ensina que para enfrentarmos os desafios que nos estão propostos diariamente, precisamos aprender a nutrir uma vida de consagração, intimidade e comunhão com o Pai através da oração.
Durante estes quarenta dias de solidão Jesus não comeu nada. Para demonstrar que ele não foi escravizado por nada, mas que tinha maior prazer na comunhão com Deus do que nos prazeres que envolvem avida dos homens neste mundo.
Durante quarenta dias Jesus esmurrou o seu corpo para demonstrar que o seu apetite para os alimentos era inferior ao apetite que ele tinha pela presença e companhia do Pai. "O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou" (João 4:34). Isto é o que significa ser cheio do Espírito Santo.
Se você deseja ser cheio de Deus você precisa aprender a se alimentar-se da presença de Deus. "Não vos embriagueis com vinho... Mais deixa-vos ser cheios do Espírito" Jesus estava cheio desde o início, por isso que satanás nunca teve um ponto de apoio em sua maravilhosa vida de disciplina espiritual.
Note também que ao ser tentado Cristo responde a Satanás usando citações do Livro de Deuteronômio, que foram ditas ao povo por Moises, quando povo estava no deserto, por ocasião da provação que sofreu, antes de entrar na terra Canaã. E assim, como o povo de Deus foi provado no deserto do Sinai, Cristo também sofre no deserto em lugar do seu povo. Da mesma forma que Deus levantou Moises para salvar, resgatar o seu povo do Egito e levá-lo a terra prometida, Deus também levantou Cristo para reunir um novo povo, uma nova nação composta por Judeus e gentios.
Sendo assim, entendemos que o Jejum de Cristo, não era somente um preparo para enfrentar a provação, mas era parte de sua provação. Da mesma maneira que a fome foi um teste no deserto para Israel, o jejum de Cristo servia para manifestar o que estava em seu coração. O Espírito Santo o conduziu ao deserto, para que na hora da tentação fosse manifesto a quem ele amava mais, o pão que alimenta seu físico ou a comunhão com o Pai ou a obediência ao Pai.
As provações, as tentações, as privações servem para desvendar os nossos corações e mostrar a quem amamos mais. A quem valorizamos mais, em quem confiamos o nosso coração, em quem confiamos as nossas necessidades.
O que LHE escraviza? De quem VOCÊ tem mais fome?De Deus ou daquilo que lhe trás prazer? Será que VOCÊ não murmurar de Deus ao passar pelas provações e tentações? Para Jesus a grande questão foi: “Eu devo deixar o caminho da obediência e transformar pedras em pães?” Ou devo viver de toda palavra que procede da boca de Deus?
Quando Deus decide alimentar o seu povo no deserto com Maná que cai do céu, o que ele esta fazendo se não falando ao povo, que Ele, o Senhor, é um o Deus provedor e tudo que o homem precisa para viver procede de Dele. Quando Deus guia o povo no deserto com uma coluna
Da mesma forma que por apenas uma palavra o maná veio à existência e alimentava o povo. Moises estava dizendo, que é da boca de Deus que procede o suprimento para as nossas necessidades mais reais. Precisamos aprender a confiar e a depender de Deus para termos as nossas necessidades supridas e sermos vitoriosos nas adversidades.
O que satanás esta dizendo para Cristo é: Se você é Filho de Deus faça Mana para você, você mesmo, assim como o seu Pai fez no deserto mana para Israel, produza você mesmo o seu próprio maná. Satanás sabia que o maná era a manifestação milagrosa de Deus, que supria a necessidade de Seu povo.
O que Cristo Diz a satanás é arreda-te, pois a minha alegria, o meu prazer esta em Deus. A satisfação do meu coração, a completude de minha alma tem por fundamento o prazer que tenho em meu Pai, na comunhão, na obediência a Ele. Não vou me desviar dos seus caminhos, e de sua comunhão, nem trocarei tudo isso por maná milagroso que alimente minha fome física.
Quantos tem se desviado da comunhão, da intimidade com o Senhor, por causa daquilo que pode alimentar o seu físico. Quantos de nós trocamos os momentos de intimidade, de comunhão com o Senhor por coisas que não podem trazer alivio e nem solução ao nosso coração.
Quantos de nos gastamos mais tempo assistindo novelas, televisão, ou na frente do computador, investimos o nosso dinheiro e o nosso tempo naquilo que não é pão. A intimidade com Cristo muitas vezes nos obriga a abrir mão das coisas que de alguma forma tem tomado o primeiro lugar em nosso coração.
Se você deseja vencer as tentações, as ciladas malignas do diabo, você precisa investir tempo em oração, em comunhão com Deus diariamente.Ore com sua família, ore com sua esposa para que vocêsnão sejam tentado a fidelidade, ore com o seus filhos para que eles aprendam a ter uma vida de santidade e dependência de Deus. Talvez você não tenha este habito, aprenda a ter este habito.
O jejum de Cristo foi o teste do apetite mais profundo do seu coração, e ficou evidente que o nosso redentor tinha prazer na comunhão trinitária.
A questão para nos aqui não é tanto se jejuamos, mas se estamos desejosos por Deus, se estamos satisfeitos em Deus. Se ansiamos, em nutrir comunhão com Cristo. Se, estamos tão satisfeitos nele, se somos capazes de tomarmos nossa cruz e segui-lo na estrada do Calvário. Se, somos tão famintos por ele que nem os milagres de sua provisão poderá saciar o nosso coração completamente, mas somente a Sua pessoa o relacionamento intimo com Ele nos saciará.
As pessoas em nossos dias buscam, não mais a comunhão com Deus, mas as bênçãos que ele pode oferecer, conosco todavia deveria ser diferente.
Chegamos à conclusão que a intimidade com Deus é tudo que precisamos. A comunhão com o Senhor esta além da cura física, da segurança financeira, do emprego, da direção na carreira. Pois é contemplando a gloria de Cristo que somos salvos, é contemplando a gloria de Cristo que seremos santificados, é contemplando a gloria de Cristo que teremos força para vencer o pecado da pornografia, da promiscuidade, da mentira que às vezes assolam os nossos relacionamentos, é contemplando a gloria do Senhor que encontraremos vitória para o pecado da desonestidade, da infidelidade conjugal.
Constantemente somos tentados a pecar contra o nosso redentor, tentados pela nosso própria cúbica, tentado pelo pecado que ainda habita em nós, tentados por satanás e seus anjos, que muitas vezes incita o nosso coração a praticar aquilo que ofende ao nosso Deus. Cristo inicia o seu ministério nos ensinando que seu prazer estava em fazer a vontade do Pai.
Você tem priorizado Deus na sua vida? Você tem encontrado prazer em Deus? Você tem se deleitado em um relacionamento de intimidade com Deus? Você tem confiado as suas necessidades ao Senhor crendo que ele é o único que pode satisfazê-lo? Quem ou o que, é o seu tesouro maior?? Será que são os seus filhos, o seu esposo, a sua faculdade, seu emprego, seu dinheiro? Quem ou o que tem ocupado o centro de sua vida? Onde esta o teu tesouro?? Onde esta o seu coração? Em Deus? Você sente prazer em buscar a presença de Deus? Em Buscar relacionamento de intimidade com Ele? Você tem prazer na leitura Bíblica? Na oração? Para vencermos as adversidades precisamos desenvolver uma vida de comunhão com o Senhor.
Creio na autoridade e suficiência das Escrituras para cuidar do homem com competência e corrigir suas distorções e motivações erradas de comportamentos em relação a Deus, ao próximo e a si mesmo.
"Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra.
Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém."