sábado, 16 de maio de 2009

Pais, e a desafiadora tarefa de disciplinar os filhos com a Vara.

  • A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela. A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe. Corrige o teu filho, e ele te dará descanso, dará delícias à tua alma. Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.

  • Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça”. Pv. 22.15; 29.15,17; 23.13,14; Hb.12.11.

  • Querida, você ouviu o que a mamãe disse e não obedeceu à mamãe. Agora vou ter que lhe bater. Você sabe querida não estou com raiva de você, mas você tem de aprender a obedecer...”. O bebê estava mudo em face da correção, mas era apenas uma boneca. E a mamãe? Uma criança de quatro anos. Que repetia, obviamente, a fala de sua mãe. Esta criança havia aprendido a disciplinar as bonecas, através da disciplina que recebia de sua mãe.
  • No entanto, a nossa cultura considera a disciplina física algo abusivo e cruel. Hoje procuramos resolver tudo através da conversa, e se você usar a vara e for denunciado pode até mesmo ser preso, pois os conceitos mudaram. Houve uma profunda mudança principalmente na imagem paterna, o pai que antes era considerado um homem forte, firme em suas posturas, às vezes fechado, silencioso, que falava muito pouco, e que usava a braveza para manter os filhos na linha, saiu de cena. Está fora de moda. É uma figura impopular. Agora o conceito é outro.
  • Os conceitos de direitos humanos e dignidade fizeram parecer barbarismo a idéia de surrar os filhos. Os pais são praticamente proibidos de pensar que tem o direito de disciplinar os filhos com a vara quando eles merecerem. Hoje, a comunicação baseada na integridade e no respeito mútuo é uma idéia mais popular na criação de filhos.
  • Contudo, o que vemos em nossa sociedade, são filhos cada vez mais desajustados emocionalmente, sem a mínima noção de respeito, de ética e de moralidade. Crianças, adolescentes e jovens, que não respeitam os pais e nem qualquer tipo de autoridade. Ao ponto de matarem os próprios pais, de agredirem o seu semelhante, sem nenhuma razão concreta, apenas com o propósito de se divertirem.
  • Seguindo esta linha de raciocínio nos lembramos da empregada domestica que foi agredida no ponto de ônibus por jovens de classe média alta do Rio de Janeiro, os quais desejavam apenas divertimentos? Ou você não se lembra do índio Galdino que foi queimado vivo por jovens da classe média alta de Brasília, para se divertirem? Não se lembra também da reportagem recente sobre as jovens americanas que agrediram uma colega até o desmaio e filmaram para colocar na internet e se tornarem famosas? É provável que você se lembre de vários outros casos que confirmam e reforçam o meu argumento e que deixam claro que os filhos cada vez mais têm chamado o errado de certo, o injusto de justo, e os deveres de direitos.
  • Mas qual é o raciocínio divino por trás da vara? Se queremos de fato compreender o propósito de Deus ao nos mandar aplicar a vara como parte ativa da disciplina, devemos ter claro em nossa mente a condição das crianças.
  • As Crianças não nascem moral e eticamente neutras. A Bíblia ensina que o coração é “enganoso e desesperadamente corrupto”. Jr 17.9. Certamente os filhos precisam de instrução e direção. Mas o principal problema deles não é um déficit na informação. O problema é que eles são pecadores, entenda bem o que estou dizendo: As crianças são pecadoras. Seu filho é um pecador. Existem coisas, dentro do coração do mais doce bebêzinho, que, ao permitir-se brotar e crescer à plenitude, acarretam sua eventual destruição. A vara funciona exatamente neste contexto, suprir uma necessidade da criança que não pode ser solucionada apenas com conversa”.
  • A vara ocupa o seu próprio lugar na disciplina de filhos. A vara não é questão de um pai irado expressando sua ira contra pequenas crianças indefesas. A vara é o pai fiel reconhecendo o estado perigoso de seu filho e empregando um remédio dado por Deus, confrontando e resgatando a criança da morte.
  • A vara trás disciplina e sabedoria, conforme bem expressa o provérbio citado acima. Ou seja, a criança que não esta se sujeitando à autoridade paterna ou materna está agindo insensatamente. Está rejeitando a jurisdição de Deus sobre ela através dos pais. E todos nos sabemos que recusar obedecer às regras de Deus, e construir a vida com próprias regras, conduz com certeza a morte.
  • A vara da disciplina enquanto causa dor, resgata da morte. A vara da disciplina não é a única medida, mas precisa ser usada. Deus afirma que há necessidade no intimo de seu filho que exige o uso da vara.
  • Não podemos negar que muitas vezes há distorção no uso da vara, e é claro que não estou advogando a agressão física contra a criança. Sabemos que a vara não dá direito aos pais de manterem um comportamento descontrolado na disciplina. Não dá direito de bater no filho quando bem desejar. Não dá direito de extravasar a frustração. Não é retribuição. Não esta associada à Ira. Mas é demonstração de obediência a Deus. As crianças precisam ser disciplinadas, com a mentalidade de que desobedeceram a Deus e não somente aos pais. Quando você disciplinar seu filho mostre-lhe o quando ele desobedeceu a Deus.
  • A vara é um pai, ou uma mãe, com fé em Deus e com fidelidade para com Deus e para com seus filhos, que assume a responsabilidade do uso oportuno, comedido e controlado da punição física, a fim de enfatizar a importância de obedecer a Deus, com o propósito de resgatar seu filho de continuar em sua insensatez até a morte. A vara da disciplina é um ato de fé e obediência a Deus. É um ato de responsabilidade e fidelidade para com Deus e para com os filhos.
  • A vara ensina a criança que elas precisam obedecer e que a desobediência trás conseqüências dolorosas. A vara mostra a autoridade de Deus sobre a mãe e o pai, e por isso treina a criança para estar debaixo da autoridade. A vara demonstra o amor e o compromisso dos pais para com os filhos. A vara produz filhos felizes e bem sucedidos. A vara trás a criança de volta ao lugar de benção. A vara promove uma atmosfera de aproximação e franqueza entre pais e filhos. Você tem usado a vara na disciplina de seu filho? Se você não tem feito isso, se arrependa de seu pecado contra Deus e contra seu filho.

Um comentário:

elaine disse...

È a tarefa de disciplinar, educar nossos filhos não é fácil realmente,ainda mais qdo é só a mãe,Mas somente na palavra podemos alcançar corações sabios e a verdadeira sabedoria que Deus da à todos que Nele procura.
è muito bom lendo esse artigo pude ver algumas coisas que não fazia e que importante sim e que faz toda diferneça.